A data da Páscoa é determinada como o primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre em ou após o equinócio de primavera, que, para fins eclesiásticos, é fixado em 21 de março. Em 2025, a lua cheia pascal é considerada em 13 de abril, que é um domingo. De acordo com a regra da Igreja, quando a lua cheia cai em um domingo, a Páscoa é celebrada no domingo seguinte. Assim, o domingo seguinte a 13 de abril é 20 de abril, tornando esta a data da Páscoa em 2025.
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sábado, 12 de abril de 2025
sexta-feira, 11 de abril de 2025
Jó: O Peão Sacrificado no Jogo Divino
Okay, vamos dissecar o Livro de Jó, essa peça teatral cósmica frequentemente elogiada por sua profundidade teológica, mas que, sob exame, revela uma moralidade tão questionável quanto a aposta que a desencadeia.
Não Lerás (Sem Criticar): As Ordens Divinas Mais Inconvenientes
Muito bem, mergulhemos nos códigos legais que formam a espinha dorsal de boa parte do Antigo Testamento – Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio. Apresentados como a própria palavra de um Deus legislador, uma leitura atenta, desprovida do véu da fé cega, revela um emaranhado de regras que variam do peculiar ao francamente bárbaro, um espelho muito mais fiel das ansiedades e preconceitos de uma sociedade tribal da Idade do Bronze/Ferro do que de uma sabedoria moral atemporal e divina.
quinta-feira, 10 de abril de 2025
Por Que a História da Arca Não Se Sustenta (Nem Flutua)
quarta-feira, 9 de abril de 2025
Abraão e Isaque
Gênesis 22 nos presenteia com a narrativa de Abraão e Isaque, frequentemente celebrada como o ápice da fé e obediência. Contudo, sob um exame minimamente racional e eticamente sensível, a história se revela não como um testemunho de piedade, mas como um retrato perturbador de abuso psicológico divino e fanatismo humano.
terça-feira, 8 de abril de 2025
Ló e suas filhas
Ah, Gênesis 19:30-38. Uma pequena joia narrativa incrustada no tecido do "livro sagrado", que nos oferece... bem, o quê exatamente? Um guia moral? Uma lição edificante? Ou talvez um vislumbre francamente bizarro das ansiedades e justificativas de uma cultura antiga, apresentado com uma solenidade que beira o cômico? Vamos dissecar esta pérola com o bisturi da razão, como fariam nossos amigos Harris e Dawkins diante de um espécime particularmente peculiar.
Que o incesto é uma solução aceitável (talvez até divinamente ignorada, já que não há condenação explícita no texto) para a perpetuação da linhagem em circunstâncias extremas (ou percebidas como tal)? Que embebedar alguém para obter consentimento (ou contorná-lo completamente) é uma estratégia válida? Que o homem "justo" escolhido por Deus para escapar da destruição é facilmente manipulado e não tem controle sobre seu consumo de álcool ou suas ações noturnas?
Um Convite (Urgente) à Razão: Desmontando os Alicerces da Fé
A Fortaleza e a Flecha: Sobre a frugalidade radical e o risco calculado
Uma flecha disparada do alto de uma muralha não voa mais longe do que uma flecha disparada em campo aberto. A física é indiferente a arq...
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Você foi treinado para temer a palavra "dívida". Para a maioria das pessoas — educadas sob a ótica do "Pai Pobre" —, a...
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Muitas pessoas gostariam de acreditar que o processo de despertar é glorioso. Que o caminho está cheio de luz e basta segui-lo para chega...
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Parte de uma igreja, uma comunidade católica, desabou entre a noite e a madrugada de quarta-feira, 27.09.2023, na localidade de Santa Sil...