Na teia da realidade, dançamos,
Fios invisíveis nos conduzem,
Como marionetes em um palco cósmico.
O propósito, um novelo emaranhado,
Tecido por mãos invisíveis,
Nós, meros atores, desvendamos o enigma.
Às vezes, o que buscamos não é nosso,
Mas sim o eco de um código ancestral,
Escrito nas estrelas e nas dobras do tempo.
Seremos escravos ou libertadores?
Quem traça os fios do destino?
O programador da matriz ou nossa própria alma?
Talvez, em cada escolha, desatemos nós,
Desvencilhemos o novelo,
E encontremos um propósito único, nosso.
Afinal, somos criadores e criaturas,
Entrelaçados na teia do mistério,
Buscando significado em cada passo.
Que nossa jornada revele segredos,
Que o propósito se revele em silêncio,
E que, ao fim, sejamos livres, mesmo na simulação.

Nenhum comentário:
Postar um comentário