domingo, 28 de abril de 2024

O engano da vida proposital




Na teia da realidade, dançamos,

Fios invisíveis nos conduzem,

Como marionetes em um palco cósmico.


O propósito, um novelo emaranhado,

Tecido por mãos invisíveis,

Nós, meros atores, desvendamos o enigma.


Às vezes, o que buscamos não é nosso,

Mas sim o eco de um código ancestral,

Escrito nas estrelas e nas dobras do tempo.


Seremos escravos ou libertadores?

Quem traça os fios do destino?

O programador da matriz ou nossa própria alma?


Talvez, em cada escolha, desatemos nós,

Desvencilhemos o novelo,

E encontremos um propósito único, nosso.


Afinal, somos criadores e criaturas,

Entrelaçados na teia do mistério,

Buscando significado em cada passo.


Que nossa jornada revele segredos,

Que o propósito se revele em silêncio,

E que, ao fim, sejamos livres, mesmo na simulação.


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